Cotações Mapas Notícias em seu e-mail
Precisa vender? Mais de 6.000 visitantes diariamente esperam pelo seu produto aqui no Pecuaria.com.br. Clique aqui e veja como e facil anunciar!
Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
147,00 131,00 142,00
GO MT RJ
143,00 132,00 141,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 1300,00
Garrote 18m 1570,00
Boi Magro 30m 1930,00
Bezerra 12m 950,00
Novilha 18m 1170,00
Vaca Boiadeira 1320,00

Atualizado em: 15/12/2017 11:42

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
Clique aqui e veja cotações anteriores

 

 

 

 


 
Receba, diariamente, em seu
e-mail nosso boletim com os assuntos que mais interessam
ao profissional do setor.

Clique aqui e inscreva-se gratuitamente.


Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Pecuarista pode perder até 10% com mudanças

 
 
 
Publicado em 11/04/2017

A suspensão das certificações de raças por grandes indústrias nacionais – programa pelo qual frigoríficos auditavam rebanhos e pagavam prêmios pela melhor qualidade das carnes - foi mais um complicador no cenário já conturbado dos pecuaristas.

Os produtores recebiam bonificações de até 10% pela criação de raças específicas. Esse mecanismo garantia melhor resultado na atividade, mas o noticia do encerramento da certificação tem preocupado o setor.

Gedeão Silveira Pereira, vice-presidente da Farsul (Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul), conta que o fim da bonificação poderá reduzir em até 11% o valor do animal entregue. No estado, o boi sem certificação é comercializado na média de R$ 9,80/carcaça, enquanto o preço pago por certificação chega a R$ 10,90/carcaça.

A Marfrig informou que irá interromper o processo de certificação de animais das raças hereford, braford, angus e seus cruzamentos. “Infelizmente tínhamos inúmeros cortes de qualidade sem valorização no mercado, o que comprometia a rentabilidade”, diz Mauricio Manduca, gerente da mesa de negócios da Marfrig Global Foods, durante evento de pecuária em Ribeirão Preto.

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), destacou que o contrato com a Marfrig venceria no final do mês, mas não houve interesse da empresa em renovação. Além disso, ressaltou que o acordo para o fim das certificações foi realizado antes da deflagração da operação Carne Fraca.

A ABHB acredita que deverá ocorrer redução de 20% a 25% no volume de certificações nos próximos meses. Mas, ressaltou que segue buscando novas indústrias frigoríficas parceiras gaúchas a fim de dar novas alternativas de bonificação aos produtores, bem como, suprir o mercado habituado a consumir a carne bovina com o selo de qualidade Carne Certificada.

No Rio Grande do Sul, Gedeão Silveira ressalta que o estado possui um volume elevado de indústrias frigoríficas de médio e pequeno porte, que continuam realizando a certificação e, possivelmente serão a alternativa de venda do produtor.

“Certificar tem custo, pois é preciso que o frigorífico coloque um técnico para avaliar a qualidade do processo. Mas, se mudarem as condições de mercado, nos mudaremos a estratégia”, argumentou Fabiano Tito Rosa, gerente de compra de gado da Minerva Foods.

Em nota, a JBS informou que segue com as certificações de raça e, “toda carne que entra nesse produto (rótulo e Angus Friboi) é certificada pela Associação Brasileira de Angus (ABA)". A empresa também argumentou que o volume de vendas dos rótulos certificados cresceu nos últimos anos.

Contratos a termo

Outra preocupação dos pecuaristas é a suspensão dos contratos a termo pelas indústrias frigoríficas. A prática era fortemente disseminada na atividade, consistindo em uma trava futura de um volume físico de bovinos entre indústria e produtor.

Antes era possível contratar um determinado volume a preço fixo, mas essa modalidade está suspensa por tempo indeterminado. As indústrias, porém, afirmam que o contrato a termo não estão totalmente parados.

A JBS divulgou comunicado onde ressaltou “que está suspenso é a compra com ‘preço fixo’, modalidade que representava 20% do total das compras estruturadas da empresa.

Segundo Fabio Dias, diretor de relacionamento com o pecuarista da divisão de carnes da JBS, seria uma irresponsabilidade a companhia fazer operações a termo sem poder se proteger na bolsa.

“As companhias precisava travar na bolsa para negociar com o pecuarista, o que está difícil. Para o pecuarista, uma saída são os contratos de opção de venda, os quais, na prática, ele compra um seguro para poder vender a arroba por um preço mínimo no mercado futuro ou negociar por um valor maior no mercado físico", diz Leandro Bovo, sócio da Radar Investimentos.

Bovo ressalta que a baixa liquidez do mercado futuro tem desestimulado os frigoríficos a realizarem as compras a termo. No passado, o número de contratos abertos na BM&FBovespa alcançou 70 mil, hoje esse volume chega a 10 mil, apenas.

Em entrevista ao Notícias Agrícolas, o gerente de confinamento da Usina Estiva (SP), Antônio Domingos Neto, afirmou que a dificuldade no fechamento de contratos a termo desde o final do ano passado, poderão refletir na intenção de confinamento neste ano.

"Os frigoríficos estão fazendo negócios apenas sem contrato, ou seja, com valor abaixo da BM&F, o que dificulta ainda mais a equalização das contas", diz Neto.  Com informações do Notícias Agrícolas.

  Compartilhe Compartilhe esta matéria    Imprimir

 


   Leia também:
 
[15/12/2017] - Arroba: frigoríficos correm atrás de boi
[15/12/2017] - Carne sobe e está no maior preço do ano
[15/12/2017] - Exportações de carne podem bater novo recorde
[15/12/2017] - CNA: manutenção de vacina complica vendas aos EUA
[15/12/2017] - Senado aprova Lei do Funrural mas Temer deve vetar
[15/12/2017] - Produtor foi expulso de terras por indígenas
[15/12/2017] - Índios são usados para obter verbas públicas

Regras para a publicação de comentários


   Notícias Anteriores
 
[15/12/2017] - ARTIGO: Governo é dono de 47% das terras do País
[15/12/2017] - Esvaziada, CPMI da JBS acaba
[14/12/2017] - Arroba: altas são generalizadas
[14/12/2017] - Arroba: frigoríficos têm dificuldade para comprar
[14/12/2017] - Exportações de carne seguem fortes em dezembro
[14/12/2017] - Exportações de carne do MT batem recorde
[14/12/2017] - Abates cresceram 9% no terceiro trimestre
[14/12/2017] - MAPA cede e facilita importação de trigo russo
[13/12/2017] - Arroba: frigoríficos estão precisando comprar boi
[13/12/2017] - Reposição ganha força com a chegada das chuvas
[13/12/2017] - Exportação de gado subiu quase 32% em 2017
[13/12/2017] - Agência prevê 2018 melhor para os frigoríficos
[13/12/2017] - Mercosul cede, mas UE adia acordo para 2018
[13/12/2017] - Brasil trabalha forte para abrir mercado britânico
[13/12/2017] - Maggi crê que mercado dos EUA será reaberto logo
[13/12/2017] - Argentina ganha espaço entre os exportadores
[13/12/2017] - JBS deverá devolver terreno de frigorífico no MT
[13/12/2017] - Câmara conclui aprovação da Lei do Funrural
[13/12/2017] - Famato pede prorrogação para inscrição no CAR
[13/12/2017] - MST invade fazenda recém-desocupada no Paraná
[12/12/2017] - Exportações de carne bovina: recorde histórico
[12/12/2017] - MAPA vai atender exigências dos russos
[12/12/2017] - Arroba: frigoríficos tentam segurar alta do boi
[12/12/2017] - Produção de carne fica estável no MS
[12/12/2017] - Frigoríficos criticam imposto menor para o boi
[12/12/2017] - Mais um processo contra a JBS e Wesley Batista
[12/12/2017] - UE quer abertura, mas carne bovina ainda é entrave
[11/12/2017] - Operação da PF investiga propina da JBS a fiscal
[11/12/2017] - Arroba continua a subir com firmeza
[11/12/2017] - Carne sobe e melhora perspectiva para o boi
[11/12/2017] - Reposição começa a se agitar no Tocantins
[11/12/2017] - Acordo com a UE pode ser anunciado até o dia 21
[11/12/2017] - Missão oficial de Hong Kong inspeciona frigorífico
[11/12/2017] - Funrural: votação deve acabar amanhã na Câmara
[11/12/2017] - Venda de milho está parada
[08/12/2017] - Arroba: frigoríficos pagam cada vez mais pelo boi
[08/12/2017] - Frigoríficos: vendas para o Natal surpreendem
[08/12/2017] - Reação do mercado agora depende do consumidor
[08/12/2017] - JBS diz que vai recuperar o mercado perdido
[08/12/2017] - BNDES deve vender ações da JBS
[08/12/2017] - JBS mantém planos de vender ações em NY
[08/12/2017] - Venda da Itambé pode parar na Justiça
[08/12/2017] - Governo do MS reduz impostos para laticínios
[08/12/2017] - Preço do farelo de algodão cai com força
[07/12/2017] - Arroba: boi sobe e tem mais espaço para alta
[07/12/2017] - Preço do bezerro sobe com volta das chuvas
[07/12/2017] - Exportações podem fechar ano com forte alta
[07/12/2017] - Ameaça de Trump faz México buscar carne do Brasil
[07/12/2017] - Negociações para reabertura da Rússia vão bem
[07/12/2017] - Compra da Itambé cria nova líder no leite

     Clique aqui para ver o índice geral de noticias


 

 

 

Adicione seu site Comprar e vender Atendimento ao anunciante Mais buscados

Venda para a pecuária brasileira através da Internet!
Clique aqui e veja como anunciar no Pecuária.com.br