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Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
139,00 127,00 129,00
GO MT RJ
125,00 129,00 128,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 1280,00
Garrote 18m 1520,00
Boi Magro 30m 1870,00
Bezerra 12m 970,00
Novilha 18m 1150,00
Vaca Boiadeira 1310,00

Atualizado em: 25/5/2018 11:10

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Técnicas simples e baratas preservam pastagens

 
 
 
Publicado em 09/08/2007
Para garantir longevidade e produtividade de uma pastagem basta a adoção das boas práticas de manejo e evitar ações que danificam a planta e o solo, atesta o pesquisador Armindo Kichel, ressaltando que é mais fácil e menos oneroso evitar a perda de vigor do pasto do que recuperar uma área degradada. Preparar bem o solo, escolher a semente certa, plantar na época apropriada e ajustar a lotação de animais na pastagem são algumas ações simples que evitam uma série de problemas.

Ele explica que a degradação das pastagens é um dos maiores problemas da pecuária brasileira. “É um processo de perda de vigor e produtividade da planta pelo manejo inadequado, super lotação de animais na área, falta de manutenção e reposição de nutrientes no solo dentre outros fatores. Em estágios mais avançados o pasto mostra-se improdutivo, com invasoras, cupins, doenças e erosão”, explica.

Estima-se que dos 100 milhões de pastagens cultivadas no Brasil, 80% apresenta algum grau de degradação e 60% está degradada – perdeu o vigor, a capacidade de produção e qualidade. O problema acontece em áreas de solos fracos e é mais visível no Cerrado brasileiro onde existe a maior área de pastagem cultivada.

Segundo o pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Armindo Kichel, é possível evitar a degradação da pastagem por um custo muito baixo e os itens a serem observados são três, como a escolha da espécie forrageira a ser implantada, que deve procurar uma planta que mostre boa adaptação às condições de solo, clima e potencial para atender às necessidades; cuidados de formação, que implica em conhecer a qualidade das sementes, quantidade a ser utilizada no plantio, distribuição na área e época de plantio e o manejo da pastagem, que deve ocorrer desde sua implantação com o tempo certo para o primeiro pastejo, quantidade de animais na área, freqüência de pastejo, descanso do pasto entre outros cuidados.

A reposição de nutrientes no solo – adubação – é um item que tem custo e vai depender do estado da pastagem. O valor pode variar entre R$ 100 e R$ 600 por hectare, diz o especialista Armindo. É evidente que é vantajoso para o produtor cuidar bem da pastagem desde sua implantação, cuidando de todas as etapas e passos citados acima, caso contrário, o prejuízo é certo não só para o bolso, mas também, e principalmente, o dano ao ambiente. Uma vez o pasto degradado as saídas são: recuperar ou a renovar. Recuperar uma pastagem consiste em restabelecer a produtividade da planta e renovar, significa trocar de pasto introduzindo uma nova espécie. É bom lembrar que as operações em ambos os casos são onerosas.

Um pasto perde o vigor porque foi mal implantado, utilizou-se sementes de baixa qualidade, o solo não foi bem preparado, não recebeu um manejo adequado, introduziram animais além da capacidade de suporte da área e a reposição de nutrientes no solo não foi feita. O manejo de manutenção de uma pastagem é imprescindível e é o que garante a persistência da forrageira. Com informações do Midiamax.

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