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Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
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GO MT RJ
143,00 132,00 141,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 1300,00
Garrote 18m 1570,00
Boi Magro 30m 1930,00
Bezerra 12m 950,00
Novilha 18m 1170,00
Vaca Boiadeira 1320,00

Atualizado em: 15/12/2017 11:42

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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Como surge o botulismo no rebanho?

 
 
 
Publicado em 09/08/2017

Considerada uma doença incomum, o botulismo é causado pela ingestão de toxinas produzidas pela bactéria Clostridium botulinum e infecta seres humanos e animais de maneiras diferentes. Dessa forma, se for provado que ela causou a morte de cabeças de gado em Ribas do Rio Pardo, como suspeitam os órgãos de vigilância, com as medidas sanitárias adequadas não há risco para a população.

A médica veterinária Cássia Leal, doutora em doenças infecto-contagiosas e professora da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), explicou ao Campo Grande News que a chave para entender a doença está em compreender como ela é transmitida.

“Essa bactéria, em algumas situações favoráveis ao desenvolvimento dela, se reproduz e libera a toxina”, afirma. Não é o micro-organismo em si que causa o botulismo, mas sim essa substância nociva.

Se um ser humano ou animal ingerir a Clostridium botulinum, raramente ela encontrará dentro do organismo o ambiente ideal para se multiplicar, explica Cássia. Então, esse processo ocorre antes, normalmente em alguns tipos de alimentos.

“No caso do animal, às vezes ele ingere carcaças que estão presentes no ambiente que estão contaminadas com a toxina, mas nesse caso de Água Clara, é óbvio não foi isso. Se for botulismo mesmo, a contaminação se deu em algo ofertado a esses animais”, explica a doutora.

Ela acrescenta que levando em consideração os sintomas, o botulismo pode se confundir com outras doenças. Por isso é preciso esperar o resultado dos exames feitos pela Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) para apontar com toda a certeza o que matou o gado.

“Nesse caso dos animais, não representa risco ao ser humano porque as carcaças serão enterradas e mesmo se fossem ingeridas por acidente, não teria como causar a doença no ser humano. Não tem risco porque a toxina que já agiu no animal está nas terminações nervosas. Ela não esta disponível”, explica.

Já no caso dos seres humanos, segundo a veterinária, a infecção pode se dar "por uma conserva mal feita, às vezes daquele palmito extraído de forma clandestina no meio da mata, ou alimentos mal processados”, pontua.

Caso - Os animais pertencem ao pecuarista Pérsio Ailton Tozzi, da propriedade Marca 7. Estima-se que o prejuízo dele chegue a R$ 2 milhões. A Iagro não informou quais indícios levaram o órgão a suspeitar da bactéria que causa a doença.

Segundo informações do site Rural News MS, amostras de água e ração oferecidas aos animais foram enviadas para o laboratório estadual. O gado será enterrado na própria fazenda.

Caso o resultado seja positivo, elas serão analisadas novamente em São Paulo. Isso quer dizer que só vai ser possível confirmar a presença da doença na próxima semana.  Com informações do Campo Grande News.

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