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Boi Magro 30m 1940,00
Bezerra 12m 980,00
Novilha 18m 1150,00
Vaca Boiadeira 1380,00

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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Lucro do Minerva tem alta de 81%

 
 
 
Publicado em 10/11/2017

A combinação entre a queda dos preços do boi gordo no Brasil, a incorporação dos frigoríficos adquiridos da JBS no Mercosul e o início de recuperação das vendas de carne no mercado interno impulsionou o desempenho da Minerva Foods no terceiro trimestre. No período, a terceira maior companhia de carne bovina do país teve um lucro líquido de R$ 85,8 milhões, avanço de 80,9% ante os R$ 47,4 milhões do terceiro trimestre do ano passado.

Puxada pela compra dos ativos que pertenciam à JBS, a Minerva Foods bateu recorde de faturamento no terceiro trimestre. A receita líquida da companhia totalizou R$ 3,4 bilhões entre julho e setembro, alta de 34,9% sobre os R$ 2,5 bilhões do terceiro trimestre de 2016. Como a Minerva assumiu os ativos da JBS em 1º de agosto, o desempenho do trimestre reflete as operações de apenas dois meses. Adquiridos por R$ 1 bilhão, os frigoríficos que eram da JBS representam um terço da Minerva.

"Foi a maior aquisição que a Minerva já fez e, sem dúvida, gera um grande desafio. Mas felizmente a integração está saindo como planejamos e com uma velocidade a contento", afirmou o presidente da Minerva, Fernando Galletti de Queiroz, a jornalistas.

Segundo ele, a empresa já avançou bastante no processo de integração dos frigoríficos, em especial na área de exportações. A expectativa é que, a partir do início de 2018, as "grandes linhas" do processo de integração estejam concluídas. Com isso, a margem dos frigoríficos do Mercosul tende a melhorar gradativamente. Segundo analistas, a JBS no Mercosul operava com margens próximas de 5%, ao passo que a Minerva registra, em média, margens próximas dos 10% nas operações.

Para o diretor de finanças da Minerva, Edison Ticle, é possível que a empresa obtenha ganhos de sinergias ainda maiores do que os imaginados quando a aquisição foi anunciada. Na ocasião, a companhia sinalizou potencial de aumentar a margem Ebitda do negócio em 2,5 pontos percentuais. "Houve lugares em que vimos mais potencial", disse.

Não fossem os ativos adquiridos, a Minerva teria registrado um aumento da margem Ebitda. No terceiro trimestre, a empresa reportou uma margem Ebitda de 9,1%, queda de 0,7 ponto percentual na comparação com um ano antes. Na mesma base de comparação, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da Minerva aumentou 25,1%, para R$ 311,8 milhões.

Satisfeito com os resultados do terceiro trimestre, Galletti espera um 2018 ainda melhor para a companhia. Além do avanço na integração, a empresa deverá se beneficiar da recuperação das vendas de carnes no Brasil, que já começou a ocorrer a partir de julho, e do bom momento dos mercados domésticos da Argentina e da Colômbia. No caso da Argentina, destacou, a força do mercado interno também se explica pela marca. Com a compra dos ativos da JBS, a Minerva assumiu a marca Swift no país sul-americano.

Ele também mostrou otimismo com o avanço nas negociações para a abertura do mercado do Japão à carne do Uruguai e do mercado dos Estados Unidos ao Paraguai. Além do Brasil, a Minerva atua na Argentina, no Paraguai, no Uruguai e na Colômbia.

Além disso, enfatizou Ticle, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projeta que as exportações de carne bovina da Argentina crescerão 25% no próximo ano. A Minerva é a maior produtora de carne bovina da Argentina desde a aquisição dos frigoríficos da JBS.

Na seara financeira, o executivo da Minerva chamou atenção para a estabilidade do índice de alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda em doze meses) mesmo com a aquisição de R$ 1 bilhão. No fim de setembro, esse índice estava em 4,2 vezes, ante 4,1 vezes no fim de junho.

No trimestre, a companhia também conseguiu gerar um fluxo de caixa livre de R$ 343 milhões. A Minerva também segue com o plano de reduzir o nível de recursos em caixa. Com a maior estabilidade da economia brasileira, disse Ticle, o caixa da empresa pode ficar mais próximo do mínimo estipulado pela política da empresa - que prevê ter recursos para a compra de bois pelo período de três meses -, de R$ 2,7 bilhões a R$ 3 bilhões. Em setembro, o caixa da Minerva somava R$ 3 bilhões. Com informações do Valor.
 

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