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Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
142,00 130,00 136,00
GO MT RJ
131,00 128,00 130,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 1270,00
Garrote 18m 1520,00
Boi Magro 30m 1820,00
Bezerra 12m 960,00
Novilha 18m 1160,00
Vaca Boiadeira 1330,00

Atualizado em: 18/7/2018 09:19

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Fiscalização falha pode trazer aftosa de volta

 
 
 
Publicado em 06/04/2018

Otimizar a vigilância na extensa faixa de fronteira, aumentar o efetivo de fiscais e conseguir recursos para um fundo emergencial são os principais desafios de Mato Grosso do Sul para conseguir, no futuro, o status livre de febre aftosa sem vacinação.

Essa é a meta que não só o estado, mas o país pretende alcançar até 2023, já que foi reconhecido recentemente pelo OIE (Comitê Científico da Organização Mundial de Saúde Animal) por controlar a doença com a ajuda da imunização.

Um evento realizado na Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado) serviu para comemorar a conquista e apresentar o longo caminho no combate e controle ao vírus.

“Em curto prazo [em razão desse reconhecimento] não teremos muita diferença. Para que atinjamos a médio e longo uma vantagem econômica precisamos ser livres de aftosa sem vacinação. Para isso, temos que acompanhar, agora, a evolução desse programa de erradicação nacional”, disse o presidente da Famasul, Maurício Saito.

Sobre o estado, ele destaca que “temos uma área territorial bastante extensa e com algumas particularidades como o Pantanal. Esses são alguns dos desafios que temos, mas naturalmente esse índice vacinal que temos acima de 97% nos traz uma tranquilidade”, pontua.

Poder público – O secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, afirma que o primeiro passo rumo à eliminação da aftosa é manter o selo internacional com a vacinação.

“O segundo ponto é nos estruturarmos para um novo desafio, principalmente na questão da fronteira. Temos a zona de alta vigilância, temos que definir nova metodologia para garantir que não tenhamos, futuramente, problemas”, afirma.

Alcançar essas metas depende de recursos humanos na Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), que graças às recentes aposentarias e saídas de alguns fiscais, tem uma defasagem de aproximadamente 40 profissionais, que paliativamente foi contornada por uma reorganização nas unidades do órgão, mas que no futuro só vai ser sanada com concurso público.

“Temos ainda que criar um fundo emergencial. Esse fundo institucionalmente já está feito, precisamos fazer a alocação de recursos para que tenhamos uma garantia caso venha a ter algum tipo de foco. A tendência do governo é que consigamos manter essa qualidade que nós temos tido em relação à vacinação”, disse o gestor.

Federal – Esse mesmo problema com funcionários tem a Superintendência Regional do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), segundo o gestor do órgão, Celso Martins.

“A superintendência de Mato Grosso do Sul vem sofrendo um processo de perda de funcionários por aposentadoria, mas tivemos uma contratação recente e tem um concurso agora com chamamento de novos profissionais, há expectativa de acontecer isso de novo ano que vem”.

Segundo ele, a principal ferramenta disponível até agora para controlar a aftosa é a vacinação. Com essa nova fase, na busca pela eliminação do vírus, será necessário reformular as campanhas e identificar os pontos de riscos de permanência ou entrada de atividade viral para que isso seja eliminado.Com informações do Campo Grande News.
 

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