Cotações Mapas Notícias em seu e-mail
Precisa vender? Mais de 6.000 visitantes diariamente esperam pelo seu produto aqui no Pecuaria.com.br. Clique aqui e veja como e facil anunciar!
Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
153,00 139,00 149,00
GO MT RJ
140,00 140,00 144,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 1500,00
Garrote 18m 1820,00
Boi Magro 30m 2080,00
Bezerra 12m 1150,00
Novilha 18m 1370,00
Vaca Boiadeira 1530,00

Atualizado em: 16/7/2019 09:47

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
Clique aqui e veja cotações anteriores

 

 

 

 


 
Receba, diariamente, em seu
e-mail nosso boletim com os assuntos que mais interessam
ao profissional do setor.

Clique aqui e inscreva-se gratuitamente.


Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

A vacinação vai mesmo acabar no Paraná?

 
 
 
Publicado em 06/02/2019

A menos de três meses para o que seria a última campanha de imunização contra a febre aftosa no Paraná - as imunizações ocorrem em maio -, o futuro da vacinação no Estado ainda é uma incógnita e tem gerado embates. Isso porque, segundo o secretário de Estado de Agricultura, Norberto Ortigara, existem “forças contrárias” para a antecipação do status de área livre da doença sem vacinação.

O que se achava que poderia ser um caminho sem volta e uma condição pacificada e pretendida por todos, depende agora do convencimento de cerca de 20% dos envolvidos na cadeia, sobretudo criadores das regiões norte e noroeste do Estado, que trazem animais de outros estados e que não consideram ser adequado antecipar o fim da aplicação das vacinas antes de 2023.

É que, assim que essa condição for assumida, as divisas com outros estados passam a ser fechadas para trânsito de animais para cria, recria e engorda.

Em um primeiro cronograma do PNEFA (Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa), o Paraná estava no bloco V e, com isso, só encerraria a aplicação da vacina em 2021, passaria um tempo sob a fiscalização do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), e em 2023 alcançaria o status internacional de área livre sem vacina.

Mas desde 2011 o Estado vem fazendo um trabalho intenso e minucioso para antecipar esse cronograma e no ano passado conseguiu migrar para o bloco I, onde o fim da obrigatoriedade da imunização é maio deste ano.

Segundo Ortigara, essa pequena - mas respeitada - parcela ainda depende de convencimento de que o cronograma original não precisa ser mantido, tendo em vista o preparo no enfrentamento à doença quase 14 anos após o último registro no Estado. “Temos o desejo e a percepção que antecipar o fim da vacinação é uma oportunidade ímpar. Estamos nos preparando intensamente para isso desde 2011. Criamos uma nova agência [a Adapar], contratamos gente, melhoramos a vigilância ativa e passiva, identificamos e resolvemos problemas no campo, fizemos o georreferenciamento do gado, dos frangos, dos suínos, enfim, existe controle sanitário de tudo. Impomos barreiras interestaduais, melhoramos o treinamento dos nossos profissionais... então, em vez de usar a força, que é a aplicação da vacina, queremos usar a inteligência para conquistar mercados com as condições que temos”.

O secretário lembra que grandes investimentos contam com essas condições sanitárias para a abertura de mercados, como os novos frigoríficos em construção para abate de suínos no oeste do Paraná e nos Campos Gerais.

Apesar de a aftosa ser uma doença que se manifesta em bovinos, a cadeia de suínos, e consequentemente toda a pecuária, são atingidas com perda de espaço no mercado internacional por gerar dúvidas sobre as condições sanitárias internas. “Quem chega primeiro bebe água limpa. Antecipar o cronograma, pelas condições que temos atestadas pelo Mapa em duas auditorias, nos permitirá acessar mercados primeiro e que hoje não compram da gente porque mantemos a vacina. Para se ter ideia, o Paraná está fora de 65% do mercado internacional de suínos neste momento”, alerta.
Novos debates regionais

As auditorias realizadas pelo Mapa no Paraná aprovaram, com louvor, as iniciativas sanitárias adotadas com recomendação de dez medidas das quais, segundo o secretário Norberto Ortigara, nove já saíram do papel. A décima deverá ser uma realidade ainda neste mês. Ela se refere à contratação de 18 veterinários e de técnicos agropecuários, processos que já estão em curso.

Na tentativa de ampliar a discussão e ouvir todos os atores, debates deverão ser promovidos ainda neste mês e no início de março, quando se espera que essa definição esteja tomada. “Sabemos que vai dar bate-boca, vai ter discussão, mas faremos um encontro com toda a cadeia produtiva, produtores, frigoríficos, cooperativas, sindicatos rurais... Até março teremos a definição se vamos vacinar em novembro ou não (...) O que é ponto sacramentado no Estado é que todos querem a melhor condição sanitária. A divergência é sobre antecipar o fim da imunização de 2021 para 2019”, completou o secretário.

A campanha em maio

Até então, o setor pecuário paranaense vinha contando que em maio faria a última campanha de vacinação contra a febre aftosa em bovinos e bubalinos de até dois anos de idade. “Temos uma firmeza de propósito e ele é de vacinar pela última vez em maio”, asseverou o secretário Norberto Ortigara.

Após as definições, a indústria será comunicada sobre a fabricação ou não da vacina para o Paraná para a segunda etapa, pois, se a imunização for mantida, as doses precisam ser fabricadas para a campanha de novembro, quando os quase 10 milhões de animais precisam ser vacinados, independente da idade. Com informações de O Paraná.

  Compartilhe Compartilhe esta matéria    Imprimir

 


   Leia também:
 
[16/07/2019] - Como estão as exportações de carne em julho?
[16/07/2019] - Arroba: mercado devagar e indefinido
[16/07/2019] - Exportações de carne do MS cresceram 60%
[16/07/2019] - Turquia está importando menos bois do Brasil
[16/07/2019] - PIB da Pecuária sobe e evita queda maior do Agro
[16/07/2019] - Mercosul avança em novos acordos comerciais
[16/07/2019] - Impostos travam investimento na pecuária do MT

Regras para a publicação de comentários


   Notícias Anteriores
 
[16/07/2019] - Agro: 97% das exportações do Mato Grosso
[16/07/2019] - Indenizações sanitárias em alta no RS
[15/07/2019] - Há espaço para uma alta da arroba do boi?
[15/07/2019] - Arroba: o que está segurando uma alta do boi?
[15/07/2019] - Pecuária mostra força e puxa vendas do Agro
[15/07/2019] - Milho: exportações seguem fortes
[15/07/2019] - Milho: recordes travam negócios
[15/07/2019] - Acordo UE-Mercosul: agora, italianos protestam
[12/07/2019] - Fusão BRF-Marfrig não vai acontecer
[12/07/2019] - Por que a fusão BRF-Marfrig fracassou?
[12/07/2019] - PIB da Pecuária deve crescer mais de 7%
[12/07/2019] - Arroba: consumo interno está segurando o boi
[12/07/2019] - Reposição: mercado congela com tempo frio
[12/07/2019] - MAPA marca auditoria para retirar vacina no RS
[12/07/2019] - Acordo com a UE pode começar a valer em 2 anos
[12/07/2019] - Produtores não aceitam imposto maior no MT
[12/07/2019] - Polícia prende cobradores de dívidas rurais
[11/07/2019] - Arroba: frio pressiona o preço do boi
[11/07/2019] - Mercado paga mais por bezerro precoce
[11/07/2019] - Acordo define o futuro da Itambé
[11/07/2019] - Reforma da Previdência é aprovada na Câmara
[11/07/2019] - Justiça manda expulsar milhares de produtores
[11/07/2019] - Europeus protestam contra acordo UE-Mercosul
[11/07/2019] - Portugueses: acordo com Mercosul é desleal
[11/07/2019] - Vaca louca pode estar presente em humanos
[10/07/2019] - Arroba: frigoríficos entram com força na compra
[10/07/2019] - Reposição: arroba indefinida travou o mercado
[10/07/2019] - Exportações de carne bovina podem surpreender
[10/07/2019] - Brasil e Paraguai reforçarão vigilância sanitária
[10/07/2019] - Frigoríficos: MS vai dar mais incentivos fiscais?
[10/07/2019] - Ásia: mais de 4 milhões de suínos sacrificados
[09/07/2019] - Arroba: feriado em SP travou negócios
[09/07/2019] - Rússia mantêm bloqueio à carne dos EUA e da UE
[09/07/2019] - MAPA edita norma para importação de animais
[09/07/2019] - Surto de raiva obriga 200 pecuaristas a vacinar
[09/07/2019] - Maia espera aprovar previdência até amanhã
[09/07/2019] - CNA quer que inscrição no CAR seja definitiva
[09/07/2019] - MP sobre transporte não acabará com tabela
[08/07/2019] - Frio intenso pode matar bois nas fazendas
[08/07/2019] - Frigoríficos seguem otimistas com exportações
[08/07/2019] - Abiec diz que acordo facilita novas negociações
[08/07/2019] - Atacado da carne tem alta de preços
[08/07/2019] - Arroba: qual a expectativa para esta semana?
[08/07/2019] - Produtos agropecuários sobem e puxam a inflação
[08/07/2019] - Leite e queijo iniciam julho em queda
[08/07/2019] - Ministra encontra aeronaves sucateadas na Funai
[05/07/2019] - Arroba segue firme
[05/07/2019] - Oferta de boi está curta no Paraná
[05/07/2019] - Mercado não acredita em fusão BRF-Marfrig
[05/07/2019] - Exportações seguram o preço do milho

     Clique aqui para ver o índice geral de noticias


 

 

 

Adicione seu site Comprar e vender Atendimento ao anunciante Mais buscados

Venda para a pecuária brasileira através da Internet!
Clique aqui e veja como anunciar no Pecuária.com.br