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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Angola importa novilhas e reprodutores do Brasil
 
 
Publicado em 19/03/2008
Cerca de 30 anos de guerra civil em Angola dizimaram não só dezenas de milhares de vidas humanas - os rebanhos de animais de criação do país também foram praticamente exterminados. Agora, quando o país africano de língua portuguesa vive um período de reconstrução, o Brasil ajuda a repovoar seus plantéis de gado bovino.

A Muguidjana Agropecuária, que no ano passado exportou 3.300 bovinos para o país, todos animais de reprodução, manda esta semana outro navio para Angola. Desta vez , serão 1.600 bovinos, sendo 34 touros e o restante novilhas, que sairão do porto paulista de São Sebastião.

De acordo com o gerente técnico e comercial da Muguidjana Frederico Alberto Rosseto, os animais, de reprodução, terão como destino duas fazendas do grupo em Angola, uma na província de Kuanza Sul e outra em Malange. O objetivo é repovoar o rebanho angolano.

"A guerra praticamente dizimou o rebanho do país. Estamos ajudando a repovoar o plantel", disse o executivo da Muguidjana, que pertence à holding de capital português Thanda Vantu SGPS, com atuação também em Moçambique, na África, e está no Brasil desde 2002. "Esses animais servirão de base para o rebanho", acrescentou Rosseto.

Os bovinos que irão Angola são provenientes da fazenda do grupo em Glicério, no interior de São Paulo, onde se faz melhoramento genético. Em sua maioria, são animais da raça Nelore, mas há também bovinos das raças Brahman, Guzerá e Tabapuã.

Segundo Rosseto, o Nelore se adapta ao clima de Angola, que é parecido com o do Brasil. Em Angola, o rebanho bovino é da raça conhecida como gentio, que se caracteriza pelos chifres grandes. Outro efeito da guerra, diz Rosseto, é que Angola tem de importar quase toda carne bovina que consome - a maior parte é proveniente da África do Sul.

O plano da Muguidjana Agropecuária é fazer mais três embarques no segundo semestre deste ano, o que somaria outros 4.800 animais. O projeto da empresa é, segundo Rosseto, atingir a exportação de 10 mil animais por ano para Angola e um total de 50 mil bovinos em cinco anos.

Num segundo momento, afirma, a intenção é atuar em Angola também na engorda de gado comercial para corte. No Brasil, a Muguidjana tem quatro fazendas onde produz gado bovino para abate (no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul), além da unidade de melhoramento genético em Glicério.

De acordo com o gerente técnico e comercial, 83 caminhões estão saindo da fazenda em Glicério rumo ao porto de São Sebastião, e a viagem até Angola deve durar 13 dias.

Júlio César Spegiorin, coordenador de território Merial Saúde Animal, responsável pelo planejamento sanitário da Muguidjana, afirma que todos os animais que irão para Angola receberam certificação de sanidade para exportação. Antes da viagem, foram submetidos a uma quarentena, na qual houve manejos sanitários preventivos para garantir a saúde, a adaptação na África e eliminar a probabilidade de doenças. Com informações do Valor.

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