Cotações Mapas Notícias em seu e-mail
Precisa vender? Mais de 6.000 visitantes diariamente esperam pelo seu produto aqui no Pecuaria.com.br. Clique aqui e veja como e facil anunciar!
Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
313,00 302,00 313,00
GO MT RJ
304,00 298,00 298,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 2620,00
Garrote 18m 2900,00
Boi Magro 30m 3420,00
Bezerra 12m 2240,00
Novilha 18m 2680,00
Vaca Boiadeira 2840,00

Atualizado em: 6/12/2021 11:15

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
Clique aqui e veja cotações anteriores

 

 

 

 


 
Receba, diariamente, em seu
e-mail nosso boletim com os assuntos que mais interessam
ao profissional do setor.

Clique aqui e inscreva-se gratuitamente.


Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

ARTIGO - Novo Código e o setor produtivo

 
 
 
Publicado em 04/06/2012

Reinhold Stephanes
Publicado na Folha de S. Paulo em 03/06/2012

O Brasil volta a ter uma legislação ambiental, contemplando ciência e avanços tecnológicos da agricultura, debatida de forma democrática pela sociedade, governo e Congresso, diferentemente do passado.

Até então, as normas criminalizavam mais de 3 milhões de pequenos e médios produtores, e 1 milhão perderiam a capacidade de produzir. O risco foi eliminado na Câmara e assimilado pela presidente Dilma, mesmo pressionada pelo veto total.

Do ponto de vista técnico, somente o Código Florestal de 1965 foi redigido por especialistas. Nos últimos anos, a legislação predominante se baseava em uma MP de 2001, que virou lei sem ter sido votada.

Dessa, decorreram milhares de atos, seja por decretos e portarias, seja por resoluções de órgãos ambientais. Como resultado, mais de 80% das normas previstas pelo código de 1965 foram profundamente alteradas, inclusive nos conceitos.

O grande desafio para atualizar o código foi mostrar à sociedade que as alterações não visam ao desmatamento e que os produtores são os principais interessados na preservação da terra e da água.

Mesmo os que pensam que houve flexibilização nas normas devem concordar que a legislação do país se tornou a mais rigorosa do mundo.

A medida provisória enviada pela presidente ao Congresso dá nova redação a alguns itens vetados no projeto da Câmara e, em certos artigos, melhora as condições para pequenas propriedades, concentradas em grande parte na região Sul.

Um exemplo é a gradação para recompor áreas de preservação permanente em beiras de rio, que não irá afetar mais do que de 10% a 20% da área dessas propriedades.

A recomposição de matas nas margens de rios passou a obedecer a uma escala, de acordo com a largura do rio e o tamanho da propriedade, tornando viável a existência das pequenas. Ficou pendente, porém, uma regra que contemple médios produtores, fazendo valer o princípio da equidade no tratamento.

Dos 12 vetos, a maior dúvida é o artigo 1º, que define o objetivo do código. A presidente alegou ausência de precisão "em parâmetros que norteiam a interpretação e a aplicação da lei". Entretanto, a Câmara derrubara esse dispositivo, justamente por entender que a conceituação doutrinária poderia gerar interpretações diferenciadas. Acredito que esse ponto irá para novo debate.

A Câmara incluíra, também, a manutenção de atividades agrícolas nas áreas consolidadas em várzeas, como ocorre há décadas no RS e na região de Castro (PR), que usam tecnologia bastante avançada, para citar alguns exemplos. Inexplicavelmente, essa previsão foi vetada e está fora da medida provisória, indicando novo debate sobre o assunto.

Mesmo considerando os ganhos para democracia, a aprovação do texto não põe fim às preocupações do setor produtivo. Há outras etapas a seguir, como a necessidade de refazer o texto da Lei de Crimes Ambientais e a reformulação do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), que vive sob a influência de ONGs internacionais e se tornou um conselho doutrinário e ideológico dominado por ambientalistas.

Compatibilizar produção e ambiente continuará a ser um desafio por muito tempo. Por ora, os vetos e as novas regras podem ser consideradas adequadas, mas sociedade, governo e Congresso devem estar preparados para adaptações futuras.

  Compartilhe Compartilhe esta matéria    Imprimir

 


   Leia também:
 
[06/12/2021] - EUA não vão parar de importar carne do Brasil
[06/12/2021] - Não vai ter carne para atender chineses
[06/12/2021] - Arroba: frigoríficos vão pagar ainda mais?
[06/12/2021] - Arroba: mercado de olho no consumo
[06/12/2021] - Milho: vendedores seguram oferta e preço sobe
[03/12/2021] - Arroba: referências em alta
[03/12/2021] - Arroba: frigoríficos pagam bem mais

Regras para a publicação de comentários


   Notícias Anteriores
 
[03/12/2021] - Leite: mercado sofre ajuste
[03/12/2021] - Exportações do Agro cresceram quase 20%
[03/12/2021] - Agro precisa de apoio, diz FAESP
[03/12/2021] - Minerva conclui compra de frigoríficos
[03/12/2021] - Crédito rural: contratações cresceram 23,5%
[02/12/2021] - Arroba: frigoríficos entram com força na compra
[02/12/2021] - CEPEA: boi volta a bater nas máximas
[02/12/2021] - Rússia habilita mais duas unidades para exportação
[02/12/2021] - Vizinhos da Rússia também querem importar carne
[02/12/2021] - Por que o PIB do Agro caiu?
[02/12/2021] - Inflação medida pelo IPC também perdeu força
[01/12/2021] - Arroba: boi segue em alta
[01/12/2021] - Arroba: frigoríficos já estão pagando mais em SP
[01/12/2021] - EUA devem aumentar importação de carne do Brasil
[01/12/2021] - Exportações: volume caiu, mas preço da carne subiu
[01/12/2021] - Deputados debatem aumento de custo na pecuária
[01/12/2021] - MAPA prorroga vacinação em 14 estados
[01/12/2021] - Câmara aprova indenização a pecuaristas
[30/11/2021] - Arroba: frigoríficos pagam acima da referência
[30/11/2021] - Scot vê oferta curta de boi
[30/11/2021] - Boi gordo em alta em Goiás
[30/11/2021] - Abates aumentaram 18% em Mato Grosso
[30/11/2021] - Frigoríficos prevêem disparada do boi
[30/11/2021] - Leite: preço do leite caiu com força
[30/11/2021] - Senado aprova preço mínimo para perecíveis
[30/11/2021] - Tereza: produtor precisa ser pago por preservação
[29/11/2021] - Arroba: mercado agora espera sinal do consumo
[29/11/2021] - Embargo chinês é jogada comercial, diz produtor
[29/11/2021] - Ministro chama ameaça da UE de protecionismo
[29/11/2021] - Milho: preços reagem após 2 meses de queda
[29/11/2021] - Vacinação contra aftosa é prorrogada em SP
[29/11/2021] - Leite: indústrias reclamam de queda nas vendas
[29/11/2021] - IGP-M perde força e fica abaixo das previsões
[26/11/2021] - Arroba: boi em alta, carne também subiu
[26/11/2021] - Arroba: preços também subiram em SP
[26/11/2021] - Margem do pecuarista deve subir se China voltar
[26/11/2021] - Confinamento cresceu em 2021 e deve crescer mais
[26/11/2021] - EUA: Brasil lidera produtividade agropecuária
[26/11/2021] - Economia: atividade cresceu 2% em outubro
[26/11/2021] - Senado aprova projeto que pode reduzir frete
[25/11/2021] - Arroba: mercado em alta
[25/11/2021] - CEPEA vê arroba do boi a R$ 310
[25/11/2021] - Milho cai em Mato Grosso do Sul
[25/11/2021] - Produtores de suínos comemoram abertura russa
[25/11/2021] - Arbitragens mostram a briga por trás da JBS
[24/11/2021] - Rússia libera exportações de 12 frigoríficos
[24/11/2021] - Arroba: o que fazer agora?
[24/11/2021] - Arroba: reabertura chinesa já mexe com o preço
[24/11/2021] - Tereza: embargo chinês pode cair em dezembro
[24/11/2021] - Lácteos: preços em queda no Paraná

     Clique aqui para ver o índice geral de noticias


 

 

 

Adicione seu site Comprar e vender Atendimento ao anunciante Mais buscados

Venda para a pecuária brasileira através da Internet!
Clique aqui e veja como anunciar no Pecuária.com.br