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Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
247,00 242,00 247,00
GO MT RJ
236,00 238,00 240,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 2180,00
Garrote 18m 2430,00
Boi Magro 30m 3010,00
Bezerra 12m 1860,00
Novilha 18m 2330,00
Vaca Boiadeira 2440,00

Atualizado em: 28/9/2020 09:32

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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Justiça manda expulsar milhares de produtores

 
 
 
Publicado em 11/07/2019

A decisão judicial que determina a desocupação da Terra Indígena (TI) Jarudore, em Poxoréu (264 quilômetros de Cuiabá) pelos não índios, no prazo máximo de 90 dias, aflige a comunidade que vive na área há 70 anos. A sentença foi emitida há 10 dias e atende uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF), que determina a reintegração de posse de terra aos povos indígenas da etnia Bororo. O território possui uma extensão de 4.706 hectares, sendo que cerca de 2.500 moradores vivem e exploram atividades econômicas na região.

Ontem, representantes das famílias realizaram um ato público pacífico para chamar a atenção de políticos e representantes da sociedade civil organizada para que compreendam a realidade dos moradores que vivem no local. “Queremos que a própria justiça conheça a realidade de Jarudore e que chegue até o presidente da República para que ele se sensibilize e cumpra a lei deste país. Essa é a nossa intenção. Vamos fazer o que for possível”, disse Carlos Antônio do Carmo, conhecido por “Mineiro”, que mora na região há 20 anos.

Conforme a determinação judicial, a desocupação deverá ocorrer no prazo de 45 dias para as áreas dentro de 1.930 hectares, e 90 dias às áreas localizadas na porção de 1.730 hectares. “Eles estão assustados com essa decisão. A gente respeita essa decisão que reconheceu como uma área indígena, mas a nossa preocupação é uma questão social por causa dessas pessoas que moram aqui há muito tempo e constituíram famílias. E para onde elas irão? Os advogados estão analisando o processo e vão recorrer, porque é um prazo muito exíguo, muito curto”, disse o deputado estadual, Delegado Claudinei, após receber representantes da comunidade.

O processo da ação civil pública para desocupação da área já tramita há 13 anos. “A gente pensava que a desocupação aconteceria somente com áreas pequenas. O processo se iniciou em 2006, mas há três anos o juiz deu a liminar favorável a três propriedades devido à alegação de serem muito pequenas. Ele (o juiz) entendeu e deu a tutela para os requerentes. Diante disso, veio a história de tomar a decisão sobre a área total do território e tirou da responsabilidade dele e jogou para o STF (Supremo Tribunal Federal)”, apontou. Além de levantar a pauta na Assembleia Legislativa, o deputado se comprometeu em fazer as devidas articulações junto com a bancada federal de Mato Grosso, em Brasília (DF).

De acordo com o MPF, a sentença não abrange a sede urbana do distrito de Jarudore. A TI Jarudore foi demarcada, inicialmente, em 1912, por Marechal Cândido Rondon, com o nome de São João do Jarudóri, em uma área equivalente a 100 mil hectares. Com o passar dos anos e por meio de atos do governo de Mato Grosso, a TI acabou sendo reduzida para os atuais 4.706 hectares. O título da terra indígena foi registrado no Cartório de Registro de Imóveis, em Poxoréu, em 20 de agosto de 1958. Mas, isso não impediu que o próprio estado de Mato Grosso, criasse, por meio de lei, o Distrito de Paz de Jarudore, com sede na TI, o que, de acordo com o MPF, teria estimulado a ocupação das terras por não indígenas.

Ainda, conforme o texto da sentença, não será admitido, em nenhuma circunstância, mesmo tendo decorrido o prazo para desocupação voluntária, que os bororos ocupem a área sem que seja atestado em juízo a saída de todos os não índios. Também não será permitida, até o trânsito em julgado, a demolição, a destruição e o usufruto das construções e obras (públicas e privadas) após a reocupação dos bororos. A restrição não se aplica às plantações.  Com informações do Diário de Cuiabá.

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