Cotações Mapas Notícias em seu e-mail
Precisa vender? Mais de 6.000 visitantes diariamente esperam pelo seu produto aqui no Pecuaria.com.br. Clique aqui e veja como e facil anunciar!
Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
214,00 202,00 215,00
GO MT RJ
202,00 193,00 202,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 2010,00
Garrote 18m 2310,00
Boi Magro 30m 2780,00
Bezerra 12m 1445,00
Novilha 18m 1690,00
Vaca Boiadeira 2110,00

Atualizado em: 16/7/2020 10:53

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
Clique aqui e veja cotações anteriores

 

 

 

 


 
Receba, diariamente, em seu
e-mail nosso boletim com os assuntos que mais interessam
ao profissional do setor.

Clique aqui e inscreva-se gratuitamente.


Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Banco do Brasil perde espaço no crédito rural

 
 
 
Publicado em 18/11/2019

Líder histórico no segmento de crédito rural no país, o Banco do Brasil continua a perder terreno no segmento. No fim do terceiro trimestre deste ano (julho a setembro), a carteira de agronegócio da instituição registrava queda de 1,2% em relação a março, para R$ 184,8 bilhões, ao passo que os empréstimos para agroindústrias caíram 33% nos 12 meses encerrados em setembro em relação ao ano-móvel anterior, para R$ 14,4 bilhões.

No quesito desembolsos, os financiamentos liberados pelo BB ao setor agropecuário já recuaram 6,5%, para R$ 30,2 bilhões, nos quatro primeiros meses da safra 2019/20 (julho a outubro) ante o mesmo período do ciclo passada (2018/19). Resultado crucial para empurrar para baixo o desempenho dos bancos públicos nesse mercado (ver infográfico).

“É difícil dizer se a gente vai ter 60%, 55% [de participação de mercado]. Quando você é o líder, é o alvo. Então é normal que a gente perca tamanho ao longo do tempo”, afirmou o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Ivandré Montiel, em entrevista ao Valor. “A concorrência está vindo forte, mas já estamos preparados, através do atendimento especializado, para conseguir lutar nessa nova arena”, acrescentou ele.

Em sua primeira entrevista desde que assumiu o cargo, no fim de janeiro, Montiel, que é servidor de carreira do BB, ponderou que a perda de mercado se concentra no segmento empresarial (agroindústrias, cooperativas e grandes empresas rurais), exatamente o foco dos bancos privados. A carteira de produtores rurais, no entanto, atingia R$ 168,2 bilhões em setembro, um aumento de 1% ao longo de 12 meses.

O BB também afirmou que não necessariamente perdeu clientes para instituições privadas, já que parte dos clientes vêm migrando seus financiamentos para instrumentos de mercado de capitais dentro do próprio banco público. O BB tem apostado fortemente em operações baseadas na captação de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), por exemplo: devem ser liberados R$ 6,5 bilhões nessa frente em 2019, contra R$ 4 bilhões no ano passado.

Esse movimento faz sentido num ambiente de taxa básica de juros (Selic) de 5% ao ano, já que a taxa do crédito rural “não é tão decisiva como era antes”, e favorece o desenvolvimento do mercado de taxas livres (bancadas com recursos próprios dos bancos e que não contam com subsídios ou recursos controlados pelo governo). Nesse sentido, o BB já ajustou suas taxas livres ao patamar de juros da economia e vem concedendo alguns empréstimos que chegam a 6% ao ano – mas há financiamentos de até 10% ao ano com recursos livres, a depender do risco.

Por outro lado, as taxas do financiamento para operações de custeio com recursos do atual Plano Safra (2019/20) estão fixadas em 8% para grandes produtores – ou seja, “o livre já está abaixo do controlado”, destacou o executivo do BB. “Agora, o fator decisivo é a proximidade, o atendimento, relacionamento, a inovação”, completou. “Daqui uns dias, alguém vai pegar [crédito rural] a 4% ou 4,5% ao ano. O cenário macroeconômico é essencial, propício e decisivo para isso. As decisões dos clientes não vão estar mais centradas em preço”, afirmou Montiel.

Para o BB, a receita para fazer frente à concorrência é intensificar a tecnologia no processo de concessão dos financiamentos, mergulhar no mercado de capitais, ampliar a oferta de apólices de seguro rural e criar soluções personalizadas aos clientes. A instituição lançou uma série de funcionalidades on-line, como contratação e renovação de operações para médios e pequenos agricultores por App, e mantém 30 profissionais exclusivos pensando em inovação para o setor. Mais de 80% das operações do banco já são feitas eletronicamente, segundo Montiel.

Na área de mitigadores de risco, o banco incluiu novas culturas no guarda-chuva do seguro rural, como amendoim, aveia, canola, triticale, girassol e grão de bico, e criou o seguro de faturamento para a pecuária. Outra aposta é na atuação na B3. O BB começou a atuar como lançador de contratos de opção. De agosto até agora, são cerca de R$ 60 milhões lançados para travar preços de produtos agrícolas (soja, milho, café, boi e arroz) e dólar.

Reflexo de um discurso mais liberal, o governo criou um dos principais indutores da concorrência ao BB: permitiu o uso de recursos do Tesouro Nacional (R$ 9,9 bilhões na atual safra) para equalização de juros (subsídios) por bancos privados, novidade prevista na Medida Provisória 897, a MP do Agro. Antes, a regra era restrita aos agentes públicos e cooperativas de crédito. Sem dizer se é contra ou a favor, Montiel disse que a instituição cumpre aquilo que o governo decidir e elogiou outros pontos do texto. “Ela traz o setor do agronegócio para outro patamar, coloca o agronegócio no mundo moderno, da assinatura eletrônica, de emissão de títulos com moeda estrangeira”, afirmou.  Com informações do Valor.

  Compartilhe Compartilhe esta matéria    Imprimir

 


   Leia também:
 
[16/07/2020] - China pede suspensão de mais dois frigoríficos
[16/07/2020] - Frigoríficos argentinos suspende vendas à China
[16/07/2020] - O que está por trás dos embargos chineses?
[16/07/2020] - Alta do PIB chinês deve puxar carne brasileira
[16/07/2020] - Arroba: frigoríficos pressionam, mas boi não cai
[16/07/2020] - Boi é negociado acima do valor da carne
[16/07/2020] - Reposição em alta em Minas
[16/07/2020] - Frigoríficos defendem regra nacional contra o Covi
[16/07/2020] - Milho: preços firmes com a alta do dólar
[16/07/2020] - PIB da Pecuária de MG deve crescer 13% em 2020

Regras para a publicação de comentários


   Notícias Anteriores
 
[15/07/2020] - Preço do boi pode bater novos recordes
[15/07/2020] - MAPA abre canal online com a China
[15/07/2020] - Frigoríficos anunciam ajuda às pequenas empresas
[15/07/2020] - Quem tem boi pronto pra vender?
[15/07/2020] - Arroba: qual a previsão para setembro e outubro?
[15/07/2020] - A reposição está cada vez mais cara
[15/07/2020] - Marfrig emite R$ 250 milhões em dívida
[15/07/2020] - Minerva exporta carne paraguaia à Arábia Saudita
[15/07/2020] - Tereza quer regularização fundiária na Amazônia
[14/07/2020] - Exportações ganham força em julho
[14/07/2020] - Importações de carne chinesas dispararam 73%
[14/07/2020] - Carne bovina sobe no varejo
[14/07/2020] - Quem tem boi China está rindo à toa
[14/07/2020] - Como está o preço do boi pelo Brasil?
[14/07/2020] - Lava Jato: operação por caixa 2 envolve a JBS
[14/07/2020] - Frigoríficos fecham em MS por Covid-19
[14/07/2020] - PIB brasileiro ensaia recuperação em maio
[14/07/2020] - Medicamentos veterinários podem ficar mais caros
[14/07/2020] - Aftosa: vacinação supera meta em Minas Gerais
[14/07/2020] - RS prorroga prazo para declaração de rebanho
[14/07/2020] - Argentina ensaia recuo em estatização no Agro
[13/07/2020] - Agro brasileiro ocupa espaço no mercado mundial
[13/07/2020] - EUA: Covid não é transmitido pelos alimentos
[13/07/2020] - MP já pediu o fechamento de 11 frigoríficos
[13/07/2020] - Impasse no mercado do boi
[13/07/2020] - Arroba: pressão de baixa não funcionou
[13/07/2020] - JBS aproveita caixa alto para antecipar dívidas
[13/07/2020] - Molina compra mais ações da Marfrig
[13/07/2020] - Qual a tendência para o preço do milho?
[10/07/2020] - PIB do Agro deve crescer quase 9% em 2020
[10/07/2020] - Exportações do Agro são as maiores da história
[10/07/2020] - FIESP prevê disparada no preço da carne bovina
[10/07/2020] - Arroba: frigoríficos continuam precisando de boi
[10/07/2020] - Mercado faz sua aposta para o futuro da arroba
[10/07/2020] - Carne bovina volta a subir no atacado
[10/07/2020] - Justiça manda JBS seguir normas estaduais
[10/07/2020] - Normas podem reduzir produção de frigos em 50%
[09/07/2020] - Começa a faltar carne na China
[09/07/2020] - Exportações: governo manda carta aos chineses
[09/07/2020] - Arroba: frigoríficos pressionam o pecuarista
[09/07/2020] - Arroba do boi volta ao recorde de dezembro
[09/07/2020] - Frigoríficos: excesso de normas gera confusão
[09/07/2020] - Preço do milho em alta
[09/07/2020] - Pedidos de seguro-desemprego recuam em junho
[09/07/2020] - Governo permite inspeção privada em frigoríficos
[09/07/2020] - Crédito rural cresceu 11% em 2020
[09/07/2020] - Agro responde por 72% das exportações de SC
[08/07/2020] - Tendência para o boi é de alta
[08/07/2020] - Como estão as exportações de carne em julho?
[08/07/2020] - Arroba: pressão dos frigoríficos fracassou

     Clique aqui para ver o índice geral de noticias


 

 

 

Adicione seu site Comprar e vender Atendimento ao anunciante Mais buscados

Venda para a pecuária brasileira através da Internet!
Clique aqui e veja como anunciar no Pecuária.com.br