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Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
214,00 202,00 213,00
GO MT RJ
202,00 190,00 200,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 2010,00
Garrote 18m 2310,00
Boi Magro 30m 2780,00
Bezerra 12m 1445,00
Novilha 18m 1690,00
Vaca Boiadeira 2110,00

Atualizado em: 13/7/2020 10:37

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Foco de raiva é motivo de alerta aos pecuaristas

 
 
 
Publicado em 26/06/2020

Novos casos de raiva em bovinos identificados no Paraná fizeram com que a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) emitisse um comunicado em que reitera aos pecuaristas a necessidade da vacinação do rebanho. Causada por um vírus transmitido, principalmente, pela mordida de morcegos hematófagos (da espécie Desmodus rotundus), a raiva é uma doença incurável que ataca o sistema nervoso dos animais, levando-os à morte. A doença é considerada uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida a seres humanos.

Conforme a Adapar, a necessidade de prevenção se torna ainda maior durante o período de pandemia do novo coronavírus. Sempre que um caso de raiva é identificado, técnicos da agência se deslocam à propriedade rural para a coleta de material para análise em laboratório, além de tentar identificar pontos de refúgio do morcego. Além disso, os agentes visitam propriedades localizadas a um raio de 12 quilômetros do foco da doença, alertando e orientando os pecuaristas. Com os protocolos de distanciamento social deflagrados em razão da Covid-19, no entanto, essas ações se tornaram inadequadas.

“Por causa da pandemia, temos encontrado dificuldade de fazer as atividades perifocais, mais de linha de frente. Então, o ideal, neste instante, é que o produtor rural vacine seu rebanho”, diz Ricardo Vieira, coordenador do programa de vigilância e prevenção da raiva da Adapar.

Para isso, a Adapar tem entrado em contato com os sindicatos rurais, para que estes divulguem entre seus associados a necessidade de vacinação do rebanho. Essa ação de conscientização e de informação tem apoio do Sistema FAEP/SENAR-PR.

Neste ano, já foram identificados 35 de casos de raiva do Paraná. Segundo a Adapar, o principal foco é o município de Palmeira, nos Campos Gerais, onde foi confirmada uma dezena de casos.

As reses devem ser vacinadas anualmente. Os animais novos, com idade superior a três meses, também precisar ser imunizados e receber um reforço da vacina 30 dias após a primeira aplicação. Vieira destaca que a vacina é a principal forma de manter o rebanho imune à doença e que tem um baixo custo. A Adapar lembra que o grau de letalidade da raiva é de 100%, ou seja, todos os animais infectados morrem em pouco tempo.

“Antes, o pecuarista vacinava contra a raiva junto com a imunização contra a febre aftosa. Como o Paraná já não precisa vacinar contra a aftosa, é preciso reforçar essa necessidade de aplicar a dose contra a raiva”, aponta Vieira. “A vacina custa em torno de R$ 0,50. É muito barato em comparação a um boi gordo, que gira em torno de R$ 2 mil”, acrescenta.

A Adapar também reitera que a vacinação contra a raiva deve ocorrer todos os anos, pois a imunização é a melhor forma de proteger o rebanho. “O que acontece é que muitos produtores param de vacinar, porque acham que não está dando a doença. Mas é o contrário: não estava dando a doença justamente porque se estava vacinando”, diz Vieira.

A raiva

A doença pode infectar não só bovinos e equinos, mas a todos os animais mamíferos. O vírus também pode ser repassado por arranhões e lambidas dos bichos contaminados.

Entre as orientações da Adapar, estão o isolamento imediato do animal sob suspeita. O pecuarista deve estar atento ao comportamento do rebanho, principalmente em casos de reses que apresentem andar cambaleante e queda, salivação excessiva e engasgos – sintomas mais evidentes de contágio de raiva. Em todos esses casos, a Adapar deve ser informada pelo produtor imediatamente. Com informações da Adapar.
 

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