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Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
301,00 291,00 297,00
GO MT RJ
285,00 294,00 292,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 2940,00
Garrote 18m 3360,00
Boi Magro 30m 3970,00
Bezerra 12m 2610,00
Novilha 18m 3010,00
Vaca Boiadeira 3220,00

Atualizado em: 7/5/2021 10:29

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

CNA pede acordo comercial com a Coréia do Sul

 
 
 
Publicado em 15/04/2021

O Brasil tem potencial para aumentar as exportações, para a Coreia do Sul, de pelo menos 41 produtos agropecuários, podendo chegar a 250 itens, de acordo com um estudo inédito elaborado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

O estudo “Brasil e Coreia do Sul: Complementariedade que merece amplo acordo” mostra que é preciso superar desafios como as barreiras tarifárias e não tarifárias para concorrer em condições semelhantes com outros mercados com os quais o país asiático tem acordos comerciais, como China, Austrália, Nova Zelândia, União Europeia e Estados Unidos.

O documento foi lançado nesta quarta (14) durante live com representantes do Governo Federal para discutir as negociações em torno do acordo de livre comércio com o país asiático, iniciadas em 2018. Participaram do encontro o subsecretário-adjunto de Negociações Internacionais do Ministério da Economia (ME), Alex Meger Amorim, e o secretário-adjunto de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Flávio Campestrin Bettarello.

“O que o estudo mostra é que só um acordo amplo e ambicioso com a Coreia do Sul poderá contemplar as potencialidades do mercado brasileiro e beneficiar os nossos exportadores”, afirmou a coordenadora de Inteligência Comercial da CNA, Sueme Mori, moderadora do debate.

Segundo ela, as exportações do Brasil para a Coreia do Sul foram de US$ 2,2 bilhões em 2020, crescimento de 8% em relação a 2019, o que reforça a importância deste mercado para o agro brasileiro. O país asiático está entre os sete principais destinos das vendas externas brasileiras de produtos do setor e importa de outros países 70% dos alimentos que consome.

No encontro, os representantes do governo destacaram a importância de aumentar a inserção do agronegócio brasileiro no comércio internacional, especialmente no continente asiático. Na avaliação de Alex Meger Amorim, um dos desafios é desgravar as tarifas aos produtos agrícolas do Brasil para ampliar o acesso dos produtos do agro. “É um mercado bastante restrito aos produtos agrícolas. Mais de 95% do comércio deles se dá com produtos industriais”, explicou.

Já representante do Mapa disse que um acordo de livre comércio com os coreanos pode representar uma porta de entrada dos produtos do agro brasileiro em outros países do continente asiático. “Nossa participação ainda é tímida”. No entanto, alertou, será necessário discutir as ofertas entre as partes para melhorar as condições oferecidas pelos sul-coreanos aos produtos do agro brasileiro.

“Se dermos mais acesso, precisamos garantir mais acesso também. Eles têm uma oferta concentrada em bens industriais e não podemos deixar o agro de fora do mercado coreano. Precisamos compensar em setores onde somos mais ofensivos”, explicou.

Estudo – Um dos critérios analisados para identificar produtos com maior potencial de exportação foi a análise de setores simultaneamente fortes tanto nas exportações brasileiras quanto nas importações sul-coreanas junto ao mercado mundial, mas com o comércio bilateral aquém do potencial. Entre esses produtos os maiores destaques foram carnes, cereais e produtos e fibras têxteis*.

Carnes - Neste contexto, o setor de carnes mostrou um potencial inexplorado de até US$ 3,5 bilhões, com destaque para a carne suína in natura (até US$ 1,3 bilhão) e para a carne bovina in natura (até US$ 1,1 bilhão). Estes dois produtos sofrem alíquotas de importação de 40% (para as carnes em geral chega a 72%). Em 2017, a Coreia do Sul abriu seu mercado para a carne suína de Santa Catarina e desde então o comércio tem crescido, chegando a US$ 9,3 milhões em 2019. Com informações da CNA.

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